
sábado, 23 de março de 2013
Capa de O Destino do Tigre
Foi divulgada pela editora Arqueiro a capa do quarto volume da série de A Maldição do Tigre da autora norte-americana Colleen Houck, intitulado O Destino do Tigre. O livro será lançado em abril, o livro já se encontra em pré-venda no site da Livraria Cultura e na Livraria Saraiva.

quarta-feira, 20 de março de 2013
Resenha de A Viagem do Tigre
A Viagem do Tigre por Colleen Houck
ISBN: 978-85-8041-113-3
Editora: Arqueiro
Ano de Lançamento: 2012
Páginas: 494
Título Original: Tiger's Voyage
Tradução: Ana Ban
Onde Comprar: Submarino - Livraria Cultura - Livraria Saraiva
ISBN: 978-85-8041-113-3
Editora: Arqueiro
Ano de Lançamento: 2012
Páginas: 494
Título Original: Tiger's Voyage
Tradução: Ana Ban
Onde Comprar: Submarino - Livraria Cultura - Livraria Saraiva

Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores.
Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia. No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar seus objetivos.
Kelsey está desolada pelo fato que o seu grande amor, Ren, perdeu a memória e não se lembra mais dela. Para piorar, toda vez que ele chega perto dela, ele sente uma dor insuportável, aumentando ainda mais a distância dois dois. Ela tenta de tudo para fazê-lo lembrar do que eles viveram, das aventuras, dos perigos e a grande paixão que envolvia-os, só quem vão. As coisas ainda ficam mais tensas, quando Ren fala que não a ama e não quer nenhuma relação com ela, e pede que ela o esqueça, dando a liberdade para que a nossa querida Kels fique com o irmão dele, Kishan, ela resite a isso, mas acaba concordando entre partes que ficará com ele, e mesmo que o seu ex-amor implore para que ela volte em seus braços, não aceitará, pois e não gosta de brincar com os sentimentos dos outros.
Quando pensa-se que tudo está melhorando, o grande príncipe indiano começa atrair mulheres para provocar a nossa querida protagonista, aumentando a sua dor pela perda dele. Mas ela cria forças para poder seguir em frente.
Agora, eles têm uma nova missão, encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga, fazendo que os dois príncipes tenham mais tempo para ficar sob a forma humana. A deusa Lady-Bicho-da-Seda informa-os que precisam ir para o mar encontrar o que procuram, enfrentando os desafios dos cincos dragões místicos que não facilitarão na busca deles. A tensão fica muito grande, pois todos estão em um mar místico, onde a qualquer momento poderá surgir um inimigo para os desafiá-los.
No determinado tempo da história, Kelsy e Kisham estão à noite na proa do navio namorando, quando alguém grita e ataca os dois, para que se separem. É quem é? Ren. Ele se lembra de tudo e fica revoltado de ver o seu irmão e sua grande amada juntos. Revelando para todos, que pediu para a deusa Durga apagar a memória dele para não colocá-la em perigo, principalmente por ser torturado por Lokesh. No decorrer dos dias, ele tenta novamente conquistar Kelsey e aliviar a dor dela, mas a sua resistência se torna muito grande, principalmente que não voltaria atrás com a sus palavra de ficar com Kisham. Só que o nosso príncipe usa toda a sua sedução e a ligação que os une, acendendo novamente a paixão entre os dois.
Tudo parece bem, quando Kelsy é sequestrada por Lokesh, o responsável pela maldição, deixando os dois preocupados.
Colleen Houck tem uma escrita incrível, ela escreve super bem, uma narrativa ágil e gostosa, cheia de informações mitológicas, misticas e culturas. Ela sabe o que escreve e faz isso com capricho.
Estou esperando ansiosamente pelo quarto volume da série, para saber quais serão as próximas aventuras que os três enfrentarão juntos.
Dou dez pela narrativa, tradução, diagramação do livro e a capa que está perfeita.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Divulgada a capa de Inferno
Foi divulgado hoje nos Estados Unidos a capa do livro Inferno do autor norte-americano Dan Brown, previsto para maio. O livro é mais uma aventura com o personagem Robert Lagdon e sobre a vida secreta de Dante.

domingo, 3 de fevereiro de 2013
Divulgada a capa de Insurgente
Foi divulgada pela editora Rocco no seu facebook a capa do livro Insurgente, continuação do livro Divergente da autora norte-americana Veronica Roth, o livro tem previsão de lançamento para abriu.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Divulgada a capa de Extraordinário
Foi divulgada pela editora Intrínseca a capa do livro Extraordinário do autor norte-americano R. J. Palacio, que será lançado no próximo mês. O livro conta a história de Algust Pullman de dez anos que nasceu uma com uma deformidade facial no rosto e sofre bullyng por isso. Prestes a começar o quinto ano, ele terá que convencer os seus colegas, que ele é apenas um garoto comum igual a eles.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Pensadores Que Mudaram o Mundo
Olá, pessoal! Como prometido, começamos o primeiro post do Pensadores que Mudaram o Mundo. E hoje é:
Sigmund Freud
O criador da psicanálise nasceu na região da Morávia, que então fazia parte do Império Austro-Húngaro, hoje na República Checa. Sua mãe, Amália, era a terceira esposa de Jacob, um modesto comerciante. A família mudou-se para Viena em 1860.
Em 1877, ele abreviou o seu nome de Sigismund Schlomo Freud para Sigmund Freud. Desde 1873, era um aluno da Faculdade de Medicina da Universidade de Viena, onde gostava de pesquisar no laboratório de Neurofisiologia.
Ao se formar, em 1882, entrou no Hospital Geral de Viena. Freud trabalhou por seis meses com o neurologista francês Jean Martin Charcot, que lhe mostrou o uso da hipnose.
Em parceria com o médico Joseph Breuer, seu principal colaborador, ele publicou em 1895 o "Estudo sobre Histeria". O livro descreve a teoria de que as emoções reprimidas levam aos sintomas da histeria, que poderiam desaparecer se o paciente conseguisse se expressar.
Insatisfeito com a hipnose, Freud desenvolveu o que é uma das bases da técnica psicanalítica: a livre associação. O paciente é convidado a falar o que lhe vem à mente para revelar memórias reprimidas causadoras de neuroses.
Em 1899, publicou "A interpretação dos sonhos", em que afirma que os sonhos são "a estrada mestra para o inconsciente", a camada mais profunda da mente humana, um mundo íntimo que se oculta no interior de cada indivíduo, comandando seu comportamento, a despeito de suas convicções conscientes.
Mesmo com dificuldades para ser reconhecido pelo meio acadêmico, Freud reuniu um grupo que deu origem, em 1908, à Sociedade Psicanalítica de Viena. Seus mais fiéis seguidores eram Karl Abraham, Sandor Ferenczi e Ernest Jones. Já Alfred Adler e Carl Jung acabaram como dissidentes.
A perda de Jung foi muito mais dolorosa, pois Freud esperava que o discípulo, suíço e protestante, projetasse a psicanálise além do ambiente judaico. Além de discordar do papel prioritário dado por Freud ao desejo, Jung se tornou místico.
Sensibilizado pela Primeira Guerra Mundial e pela morte da filha Sophie, vítima de gripe, Freud teorizou sobre a luta constante entre a força da vida e do amor contra a morte e a destruição, simbolizados pelos deuses gregos Eros (amor) e Tanatos (morte). A sua teoria da mente ganhou forma com a publicação em 1923, de "O Ego e o Id".
Em 1936, disse considerar um avanço seus livros terem sido queimados pelos nazistas. Afinal, no passado, eram os autores que iam à fogueira. Mas a subida de Hitler ao poder ditatorial não demorou e a perseguição aos judeus se intensificou. Em 1938, já velho e com câncer, fugiu para a Inglaterra, onde morreu no ano seguinte.
Com Martha Bernays, teve seis filhos. A caçula Ana tornou-se discípula, porta-voz do pai, e uma eminente psicanalista.
Atualmente, Freud continua tão polêmico quanto na época em que esteve vivo. Por um lado, é verdadeiramente idolatrado por seguidores ortodoxos da teoria psicanalítica - e, aliás, em vida, Freud demonstrava uma inegável satisfação em ser reverenciado como um gênio. Por outro, é visto também como um mistificador, principalmente a partir da década de 1990, quando as descobertas da neurociência questionaram muitos dos princípios fundamentais da psicanálise.
Sigmund Freud
Em 1877, ele abreviou o seu nome de Sigismund Schlomo Freud para Sigmund Freud. Desde 1873, era um aluno da Faculdade de Medicina da Universidade de Viena, onde gostava de pesquisar no laboratório de Neurofisiologia.
Ao se formar, em 1882, entrou no Hospital Geral de Viena. Freud trabalhou por seis meses com o neurologista francês Jean Martin Charcot, que lhe mostrou o uso da hipnose.
Em parceria com o médico Joseph Breuer, seu principal colaborador, ele publicou em 1895 o "Estudo sobre Histeria". O livro descreve a teoria de que as emoções reprimidas levam aos sintomas da histeria, que poderiam desaparecer se o paciente conseguisse se expressar.
Insatisfeito com a hipnose, Freud desenvolveu o que é uma das bases da técnica psicanalítica: a livre associação. O paciente é convidado a falar o que lhe vem à mente para revelar memórias reprimidas causadoras de neuroses.
Em 1899, publicou "A interpretação dos sonhos", em que afirma que os sonhos são "a estrada mestra para o inconsciente", a camada mais profunda da mente humana, um mundo íntimo que se oculta no interior de cada indivíduo, comandando seu comportamento, a despeito de suas convicções conscientes.
Mesmo com dificuldades para ser reconhecido pelo meio acadêmico, Freud reuniu um grupo que deu origem, em 1908, à Sociedade Psicanalítica de Viena. Seus mais fiéis seguidores eram Karl Abraham, Sandor Ferenczi e Ernest Jones. Já Alfred Adler e Carl Jung acabaram como dissidentes.
A perda de Jung foi muito mais dolorosa, pois Freud esperava que o discípulo, suíço e protestante, projetasse a psicanálise além do ambiente judaico. Além de discordar do papel prioritário dado por Freud ao desejo, Jung se tornou místico.
Sensibilizado pela Primeira Guerra Mundial e pela morte da filha Sophie, vítima de gripe, Freud teorizou sobre a luta constante entre a força da vida e do amor contra a morte e a destruição, simbolizados pelos deuses gregos Eros (amor) e Tanatos (morte). A sua teoria da mente ganhou forma com a publicação em 1923, de "O Ego e o Id".
Em 1936, disse considerar um avanço seus livros terem sido queimados pelos nazistas. Afinal, no passado, eram os autores que iam à fogueira. Mas a subida de Hitler ao poder ditatorial não demorou e a perseguição aos judeus se intensificou. Em 1938, já velho e com câncer, fugiu para a Inglaterra, onde morreu no ano seguinte.
Com Martha Bernays, teve seis filhos. A caçula Ana tornou-se discípula, porta-voz do pai, e uma eminente psicanalista.
Atualmente, Freud continua tão polêmico quanto na época em que esteve vivo. Por um lado, é verdadeiramente idolatrado por seguidores ortodoxos da teoria psicanalítica - e, aliás, em vida, Freud demonstrava uma inegável satisfação em ser reverenciado como um gênio. Por outro, é visto também como um mistificador, principalmente a partir da década de 1990, quando as descobertas da neurociência questionaram muitos dos princípios fundamentais da psicanálise.
fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/sigmund-freud.jhtm
OBRAS DO AUTOR:
- O Futuro de Uma Ilusão;
- O Mal-Estar na Cultura;
- A Interpretação dos Sonhos;
- Totem e Tabu: Contribuição à História do Movimento Psicanalítico e Outros Textos;
- Sobre a Psicopatologia da Vida Cotidiana;
- Moisés e o Monoteísmo, Esboço da Psicanálise e Outros Trabalhos;
- Estudos Sobre a Histeria;
- Duas Histórias Clínicas - O Pequeno Hans e o Homem dos Ratos;
- História de Uma Neurose Infantil;
- O Caso Schreber, Artigos Sobre Técnica;
- Os Chistes e Sua Relação Com Inconsciente;
- Gradiva de Jensen e Outros Trabalhos;
- Publicações Pré-Psicanalíticas e Esboços Inéditos;
- Cinco Lições de Psicanálise, Leonardo da Vince e Outros Trabalhos;
- A História do Movimento Psicanalítico, Sobre Artigos a Metapsicologia e Outros Trabalhos;
- Conferência Introdutórias Sobre Psicanálise;
- Primeiras Publicações Psicanalíticas,
- Além do Princípio e do Prazer;
- Novas Conferências Introdutórias Sobre Psicanálise;
- O Ego e o Id
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Resenha de Estilhaça-me
Estilhaça-me por Tahereh Mafi
ISBN: 978-85-63219-90-9
Editora: Novo Conceito
Ano de Lançamento: 2012
Páginas: 304
Título Original: Shatter Me
Tradução: Robson Falchetti Peixoto
Onde Comprar: Submarino - Livraria Cultura - Livraria Saraiva
Tenho Uma Maldição. Tenho Um Dom.
Sou Um Monstro. Sou Sobre-Humana.
Meu Toque é Letal. Meu Toque é Poder.
Sou a Arma Deles. Lutarei Contra Eles.
ISBN: 978-85-63219-90-9
Editora: Novo Conceito
Ano de Lançamento: 2012
Páginas: 304
Título Original: Shatter Me
Tradução: Robson Falchetti Peixoto
Onde Comprar: Submarino - Livraria Cultura - Livraria Saraiva

Comprei esse livro na Bienal e só tive tempo de resenhá-lo agora, comprei-o por curiosidade e pela capa que me chamou muita a atenção.
Juliette está a 264 dias presa confinada, tendo como companhia um caderno e uma caneta velha quebrada. O motivo de estar trancafiada é que ela não pode tocar em ninguém, os seus próprios pais fizeram isso com ela, abandonaram largaram ela por ser diferente. O motivo de eu estar fazendo essas riscas em cima das palavras é que no próprio livro acontece isso, em vista que a personagem está com a sua mente confusa por estar tanto tempo presa.
A vida de Juliette começa ter uma reviravolta quando um garoto Adam vira o seu companheiro de cela. Depois disso, tudo começa a acontecer rapidamente. O comandante do O Restabelecimento, Warner, pretende usar Juliette como uma arma para poder conseguir por os seus planos em prática para ter controle total sobre as pessoas, informando que Adam e um dos seus soldados. A terra perdeu os seus recursos naturais, a água ficou escassa, o alimento, uma quantidade ínfima e o mundo virou 3.333 distritos comandados pelo próprio O Restabelecimento. Vou para por aqui senão darei spoiler.
Adorei muito esse livro, principalmente pela escrita da autora que é viciante, eu não consegui parar de ler. Muitas pessoas não gostaram por causa das palavras riscadas, mas na minha opinião deixou o romance ainda mais incrível. Esperarei pela continuação ansiosamente. Em nenhum momento me cansei de ler, tanto que terminei em três de tão viciante que era. A cada página que eu virava lembrava um pouco do livro 1984 de George Orwell que gostei bastante.
Dou dez estrelas para o livro, recomendo totalmente, uma leitura viciante. A capa do livro é excelente e a qualidade da diagramação impecável.
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